Partes de orquestra em regime de aluguer.
Para mais informações e pedido de orçamento contactar info@editions-ava.com
A vertente folclorista é um caso especial na obra de Freitas Branco. Este detestava a palavra “folclore” e foi o seu amor ao Alentejo que inspirou as suas grandes incursões sinfónicas nessa área que são as Suites Alentejanas, a 1.ª escrita ainda em 1919, na década “modernista”. Pioneiro no interesse pelas canções populares de cunho modal, Freitas Branco lançou nas duas suites (a 2.ª é de 1927) um modelo que seria explorado – e banalizado – pelo Estado Novo. Já em pleno contexto da ditadura, harmonizou em 1943 dezenas de canções populares para voz e piano e para coro, sobretudo do Alentejo, mostrando enorme versatilidade, por vezes com um travo semelhante ao que Fernando Lopes-Graça explorava na mesma época. Na versão para voz e orquestra, oito dessas canções atingem uma qualidade comovente, entre os melhores exemplos do folclorismo português do século XX.
I Prelúdio
II Intermezzo
III Final

Leituras e Ditados para Formação Musical - 1º e 2º graus
Breve Evocação I
Rabbia, furor, dispetto - Sinfonie & Arie
Concerto em Ré Maior para Trompete piccolo e Piano - Georg Philipp Telemann
Symphony No. 6 in E minor - Study Score
Quatro versos de olhar suspenso
Quarteto Nº 1 para 3 Clarinetes em Lá e Clarinete Baixo
Berceuse
Tuplets para Piano
12 Pieces for Children
12 Études Symphoniques Op. 13 URTEXT - Versions 1837 and 1852
Dois Prelúdios e Fuga, Op. 25 para Piano 


















